domingo, 18 de fevereiro de 2018

O Congresso do PSD (VI)

É notória - e compreende-se mal - a degradação da qualidade dos repórteres televisivos que cobrem os congressos (a excepção ainda é a SIC).
E isso é particularmente evidente porque, invariavelmente, os repórteres, depois de cada entrevista, fazem um resumo do que o entrevistado acabou de dizer (como se não tivéssemos ouvido). Nunca percebi essa “técnica” jornalística.

#Escritório

O Congresso do PSD (V)

Não consigo - é defeito meu - ver uma multidão de adultos a gritar, gesticulando de braço no ar, “PSD, PSD, PSD!” (é igual nos outros partidos). É indisfarçavelmente infantil, e sobra sempre a sensação de desconforto de muitos dos gesticulantes.

#Escritório

O Congresso do PSD (IV)

Não tem grande explicação. Mas gosto de congressos partidários. E reconheço que os do PSD - pela natureza, tipo de militância e dimensão - são (ainda) os mais sedutores.

#Escritório

O Congresso do PSD (III)

Para quem, como eu, não é propriamente um apreciador (estou a ser leve) de Rui Rio, mas reconhece que o PSD é incontornável para a recuperação da liderança do país à direita (ou centro direita), acalentava alguma expectativa quanto à equipa directiva. Era, no fundo, a esperança de que se rodeasse de figuras que compensassem as suas derivas “de personalidade”.
Sinceramente, para quem vê de fora, não houve a compensação que desejava. E para quem vê de dentro parece que também não.

#Escritório

O Congresso do PSD (II)

Não há como não reconhecer. O discurso de Luís Montenegro foi “o discurso” do Congresso.
Mas foi-o pelas melhores razões. É que independentemente das disputas em concreto, Luís Montenegro foi leal e corajoso - duas qualidades que em política valem imenso e que no caso eram um exercício difícil. E solto como se apresentou, transformou a frontalidade (que esteve ali na fronteira da deslealdade) em força e coragem.
Mediu bem as palavras mas não fugiu de nenhuma. E conseguiu gerar o desejo de que o seu momento chegue. Por muito que possa ter sido condicionador - e até possa não ser muito justo para a liderança que se inicia e carece de adesão - em política “é da vida”.

#Escritório

O Congresso do PSD (I)

Esta coisa dos “trabalhos a decorrer”, no contexto dos congressos partidários, é muito sui generis. Para 90% dos trabalhadores, perdão, congressistas, não há trabalho nenhum. Talvez a ansiedade de integrar ou não as listas, o que depende do trabalho (é esse o trabalho) dos outros 10% de congressistas que pesam no partido e condicionam as listas.

#Escritório

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Regime Simplificado (momento de auto-publicidade)

Olhem, se quiserem perceber, em linguagem animada, o que aconteceu ao regime simplificado, vejam.

Sim. É auto-publicidade. Mas até acho que é útil.